quarta-feira, 26 de março de 2008

França vai tirar carro de motorista bêbado

O governo francês vai radicalizar a luta contra as mortes no trânsito provocadas por excesso de velocidade, consumo de álcool ou drogas: vai confiscar o carro do motorista reincidente.
O objetivo, segundo o jornal Libération, é reduzir para três mil até 2011 o número de mortos nas estradas. Morreram quatro mil e seiscentos, em 2007. Motoristas sem carteira também perderão o carro. O governo anunciou ainda a colocação de quinhentos novos radares nas rodovias francesas nos próximos cinco anos.

segunda-feira, 24 de março de 2008

Trânsito - Sonho ou realidade

Esta noite eu tive um sonho. Sonhei que morava num país onde tudo estava desorientado. Honestidade já não se praticava, a ética não existia e as pessoas não valorizavam sequer a vida. Para estas pessoas, viver ou morrer era a mesma coisa. Vi tantas coisas erradas que até chorei. Os governantes, pessoas que no passado defendiam a moralidade, hoje, no governo fazem pior. Os dados estatísticos elaborados e mostrados pelas autoridades não condizem com a verdade. No trânsito deste país muitas pessoas perdem a vida em um evento que eles chamam de “acidente”, mas que na realidade é uma prática comum onde as pessoas matam ou se matam, onde o trânsito se transformou numa guerra na qual não se sabe quem é o inimigo. Neste sonho, descobri que “o trânsito de um país é o espelho das normas de condutas da sociedade”. Vi filhos cometendo imprudência e vi pais ensinando errado, pois os exemplos arrastam e os pais não se corrigem. Vi pais levando seus filhos para a escola sem usar o cinto de segurança, pais transportando crianças com menos de sete anos e ainda sem capacete na motocicleta. Vi pais ensinando seus filhos a dirigir antes da idade que a lei permite. Vi pessoas estacionando em fila dupla, para levar vantagem sobre aqueles que estavam estacionados de forma correta. Vi motociclistas “costurando” no trânsito, ultrapassando pela direita e “furando o sinal”. Vi motoristas dirigindo embriagados e achando que estavam dirigindo melhor. Vi motoristas conduzindo seus carros em alta velocidade, ultrapassando em locais sem nenhuma segurança. Vi motoristas impacientes, que buzinavam a todo o instante, que corriam e que não respeitavam o pedestre na faixa. Vi motoristas que nas rodovias corriam como se o mundo estivesse acabando... Infelizmente, para muitos destes motoristas, o mundo acabou mesmo. Vi pedestre passando fora da faixa. Vi também motoristas que respeitavam as leis, a sinalização, mas que falavam mal dos policiais, dos “pardais” e dos radares. Vi condutores que andam corretamente, mas que davam sinal de luz para os condutores que vem em sentido contrário para avisar que tem polícia na rodovia. Vi motoristas comprando o “guarda” para não ser multado. Mas vi também muitos motoristas honestos, éticos, respeitadores da vida. A maioria dos condutores, felizmente. Mas vi muitos pais enterrando seus filhos ainda novos. E vi muitos filhos enterrando seus pais. Vi famílias inteiras terminarem uma história de vida num único dia, num acidente de trânsito. Ouvi pessoas falarem que tudo isso é fatalidade e que aconteceu porque - “chegou a hora”- e que Deus quis assim. Ainda bem que foi apenas um sonho.
Quando acordei... Parecia tudo tão real...

Mortes no trânsito no Japão caem a seu nível mais baixo em 54 anos

Tóquio, 2 jan (EFE).- O número de mortes em acidentes de trânsito no Japão caiu em 2007 a seu nível mais baixo em 54 anos, com 5.743 vítimas, após uma queda de quase 10% em relação ao ano anterior, informou hoje a Polícia. Este é o sétimo ano consecutivo em que o número de mortes em acidentes cai no Japão, que tem uma população de 127 milhões de pessoas.
Segundo a Polícia japonesa, a principal razão para a diminuição do número de mortes no trânsito é o rigor das multas no país, além de uma maior conscientização das pessoas sobre os efeitos nocivos de dirigir alcoolizado. No ano passado morreram 5.743 pessoas em 833.019 acidentes de trânsito, que deixaram ainda 1.034.515 feridos. Todos estes números são inferiores em relação a anos anteriores. Além disso, esta foi a primeira vez que o número de mortos em acidentes cai para a casa dos cinco mil desde 1953, de acordo com a Polícia.

Decibelímetro

Utilizado para verificar a intensidade do som e medir os vários graus de ruído, o decibelímetro pode captar, em versões digitais mais avançadas, níveis que variam entre 30 e 130 decibéis. Para técnicos, ruídos excessivos, ou seja, acima de 60 decibéis, podem comprometer seriamente a audição humana. Diante da crescente questão da poluição sonora no Brasil, o aparelho desempenha papel primordial no trabalho dos órgãos fiscalizadores, no caso da cidade de Patos, inicialmente a fiscalização fica a cargo da Superintendência de Administração do Meio Ambiente (SUDEMA).

Cinto de segurança em ônibus pode se tornar obrigatório

De autoria do deputado Augusto Carvalho (PPS-DF), o Projeto de Lei 2562/07 torna obrigatório o cinto de segurança em ônibus intermunicipais e interestaduais. Atualmente, o Código de Trânsito Brasileiro (Lei 9.503/97) exime dessa obrigatoriedade os veículos de transporte de passageiros nos percursos em que seja permitido viajar em pé. Essa ressalva, segundo o deputado, inclui os ônibus interestaduais e intermunicipais.
Em sua proposta, Augusto de Carvalho abre exceção apenas para os ônibus intermunicipais das regiões metropolitanas e os destinados ao transporte público coletivo urbano, em percursos em que seja permitido viajar em pé, "em razão da incompatibilidade do uso dos cintos de segurança, em virtude da grande locomoção desses veículos nas vias e da constante entrada e saída de passageiros".
De acordo com o deputado, estudos demonstraram a eficácia do cinto de segurança no salvamento de vidas em acidentes de trânsito. Ele aponta levantamento do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) que mostra que acidentes nas estradas geram custo anual de R$ 22 bilhões, ou 1,2% do Produto Interno Bruto (PIB) do País.
"A imprudência está entre os fatores determinantes para os desastres, e a fatalidade dos acidentes tem relação com a falta de uso do cinto de segurança", sustenta.
Augusto de Carvalho ressalta ainda que o Código de Trânsito já completou uma década e, como qualquer legislação, "deve se adaptar à evolução social e ao desenvolvimento tecnológico industrial, que produz veículos cada vez mais modernos e velozes, enquanto a malha viária do País não evolui na mesma medida e continua em estado precário".
Fonte: www.45graus.com.br

domingo, 23 de março de 2008

História do Surgimento da Bicicleta - Celerífero

Tudo começou em 1790 quando DeSivrac inventou o celerífero. Eram apenas duas rodas e uma base. Nada de jogo de direção, pedais ou freios.

História do Surgimento da Bicicleta - Draisienne

Em 1817 o Barão Von Drais incrementou o projeto do celerífero. Foram adicionados o freio e o jogo de direção. Nascia a Draisienne.

História do Surgimento da Bicicleta - Michaux

A terceira geração de veículos com duas rodas data de 1839 com as Michauxdine dos Irmãos Michaux. Surgiam os pedais, ainda na roda dianteira.

História do Surgimento da Bicicleta - Big Wheels

Como forma de melhorar o rendimento e a velocidade das Michaudines, vieram as “Big Wheels”, quanto maior as rodas, maior a velocidade. Mas em pouco tempo isso se tornou um problema de segurança. As magrelas se tornaram um veículo perigoso e difícil de se montar. Mas logo o dilema entre conforto, segurança e velocidade foi resolvido.

História do Surgimento da Bicicleta - Rover

O ano de 1880 marca o nascimento da bicicleta tal como a conhecemos hoje. Surgia a Rover Safety Bike, primeira bicicleta com transmissão por corrente e quadro “diamante”. Elas se chamavam “safety bike” por conta da segurança que proporcianavam em comparação as “Big Wheels”. A transmissão possibilitava que as rodas tivessem o mesmo tamanho, o que variava era o tamanho da coroa na dianteira e do peão na traseira. Unidas pela corrente essa peças podiam levar o ciclista a distâncias nunca antes imaginadas e com total segurança. Tudo isso sem contar o rendimento energético, a força aplicada ao pedal rendia muito mais a cada pedalada por conta do sistema de corrente. O tempo e a massiva utilização marcaram o sucesso das “Rover” que permanece até hoje como a estrutura fundamental do que é uma bicicleta. Houveram depois das Rover, as reclinadas, mas isso já é outras história.